eu? oh, big question. Junto dos meus melhores amigos, não há dúvida que o meu sorriso não se perde, a minha lágrima essa: foge, e toda eu estou disposta a tudo, acabo com os meus limites. Torno-me tão eu, dispo totalmente tudo o que me molda, despejo adereços, liberto sorrisos e choro, choro de tanto rir. Tal e qual (...) mas mesmo assim, continuo a questionar-me e a voltar a questionar-me! O que serei eu no fundo do meu ser? Como posso dizer aos outros 'não me conhecem, não me julguem', se nem eu sei o que sou, o que me forma, o que me molda, o que me traça.
very old
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